2 de março de 2010

Violência Doméstica uma realidade perto de nós….


As mulheres que sofrem de violência doméstica estão inseridas em diversas culturas, classes sociais, profissões, raças, etc… Assim estas mulheres têm um ponto em comum sofrem de violência física ou psicológica, por parte dos homens que escolheram amar. É este amor que as faz perdoar e voltar a perdoar, é o ramo de flores que chega depois do inferno, é um pedido “sentido” de desculpas, são os filhos, o medo de sozinhas não conseguirem caminhar.
A vergonha que sente uma mulher que sofre este pesadelo é tão grande, que as escolhas tomadas por estas mulheres não deveria em momento algum sofrer críticas. Mas sofre, existe sempre quem ache que já sabe tudo sobre a vida e solte comentários como: “…ela gosta…”; “ela não quer mudar”. Criticar é fácil, o difícil é aceitar as decisões destas mulheres.
Sabemos que a maioria é do sexo feminino, mas existem muitos homens que vivem esta realidade.

1 de março de 2010

A deficiência em que mudámos e em quê vamos mudar….


Existiu já uma época em que os deficientes eram colocados à margem, à margem de uma sociedade “perfeita”. Nesta fase os deficientes eram simplesmente largados como um saco de lixo. Tudo o que é diferente elimina-se assim a vida fica mais fácil…fácil para quem? Bem não sabemos.
Mais tarde uma época não mais positiva em que os deficientes eram seres demoníacos vindos sabe-se lá de onde, mas com a certeza porém que vieram para destabilizar a tão “perfeita” sociedade, por isso elimina-los era a solução.
A tão perfeita sociedade tem finalmente uma ideia, a de depositar o que é diferente em locais isolados, longe dos iguais.
Hoje temos uma clara mudança na sociedade, embora ainda existam “depósitos para diferentes”, mas cada vez se trabalha mais para mudar mentalidades. Mas existe muito que mudar, muito para descobrir sobre o diferente. Ser diferente não é “uma coisa má”, é ser especial….

19 de fevereiro de 2009

Libertar Sonhos no Ensino Sénior

Notícia escrita por Sara R. Oliveira em 29-12-2008

A notícia fala sobre a aprendizagem depois dos 50, quando já não existem as habituais regras, quando a liberdade impera e a motivação está sempre presente. Os alunos das universidades seniores têm gosto no que fazem, inscrevem-se para aprender mais, combater a solidão, fazer novos amigos. Aqui a aprendizagem não tem prazo e muitas vezes descobrem-se talentos e realizam-se sonhos antigos.
As actividades que mais se praticam nestas universidades são a dança, o canto, o desporto, a pintura, a informática, as línguas e as humanidades.
O ensino e a aprendizagem depois dos 50 parece ter um gosto de realização e os testemunhos de quem frequenta, estas universidades, são cheios de alegria e emoção. O que nos faz pensar no quanto é bom não nos deixar-mos vencer pelos pensamentos de falta de autonomia, de falta de vocação e de solidão. Aqui parece existir um elixir da juventude eterna, uma receita para a felicidade a longo prazo.
“A vida numa universidade sénior é uma forma de viver mantendo-nos activos, participativos na vida social e cultural e atentos a tudo o que se passa à nossa volta”. “Há gente muito simpática e alegre”. “Aprende-se, convive-se, partilha-se, mas tenho recebido mais do que tenho dado”. “É uma partilha de saberes e de amizades”. “E o não esquecer nada, é um constante convívio”. Estes são alguns dos relatos de quem vive de perto com estas emoções.
As palavras de quem ensina não são muito diferentes das de quem aprende, se não vejamos os relatos de um professor, quando a pergunta é, como é ensinar os mais velhos? “ Em primeiro lugar, é preciso gostar muito do que se faz, ter experiência de ensinar e sobretudo de lidar com pessoas dessas idades. “ As pessoas têm consciência de que estão a aprender, a melhorar os seus conhecimentos através de uma participação cada vez mais efusiva e entusiástica.”
São estas notícias que nos levam a acreditar que se pode envelhecer de forma mais saudável só depende de cada um de nós.
Uma excelente lição de vida para quem acha que quem tem mais de 50 anos é inútil.

Alunos que apontaram arma de plástico estão “assustados”

Notícia escrita por Joana Belém, DN, 27-12-2008

A notícia fala dos alunos que apontaram uma arma de plástico a uma professora de psicologia. Pois é e parece que os alunos “normais”, que fique claro, estão “nervosos” e “amedrontados”. Não se percebe o motivo destes sentimentos, mas ele à gente capaz de sentir coisas extraordinárias.
“Parece que se quer passar a ideia de que não foi uma brincadeira, quando o foi. De muito mau gosto, mas que foi resolvida na altura e não ia passar dali se não tivesse vindo a publico.” Quem faz esta sábia observação é Lina Maria presidente da Associação de pais, pois é uma brincadeira de muito mau gosto, mas parece estar dentro da normalidade, que estranho não se percebe porque é que as pessoas não compreendem estas brincadeiras tão “giras” e saudáveis.
A intenção não era agredir era obter notas positivas claro está, o que os meninos se lembraram de fazer. Parece também importante rever os materiais de sala de aula, sem uma pistola de plástico como se faria a auto-avaliação?
“É uma turma de nove e a professora tem uma boa relação com eles, também por isso têm mais confiança com ela.” Mais uma observação feliz da senhora Lina Maria.
Soluções para estes casos? Em que estão os pais e os professores a pensar fazer? Comprar comprimidos para dormir, parece ser a solução mais rápida para a solução deste problema. Depois talvez seja melhor se começar a rever papeis, talvez também seja importante não defender tanto os meninos, mas sim mudar algumas “coisitas” como o comportamento, as regras, o ensino, etc. Numa turma de nove fica no ar a ideia de que são todos alunos problemático, então porque estão todos juntos e não estão integrados noutras turmas? Será realmente uma turma sem problemas? Se não tinha problemas porque é que já existia lá uma arma? Pois são só suposições e perguntas, mas talvez seja necessário pensar melhor nestas perguntas e até formular outras.

7 de dezembro de 2008

O Sapo Diferente


Era uma vez um sapo, um sapo muito verdadeiro, não é daqueles sapos que se transformam em príncipes, pois estes só existem nos contos de fadas. Este sapo era muito inteligente tão inteligente que um dia resolveu criar a água, mas depois lembrou-se que alguém já a tinha inventado, mais tarde quis criar o sol, mas o mesmo problema aconteceu, alguém já tinha tido esta ideia. O sapo inteligente achou então que era burro, pois tudo o que tentava criar já fora inventado. Mas o sapo não era burro queria era fazer a diferença.

22 de outubro de 2008

Uma pequena grande partilha


Em todo o Mundo morrem por dia 25mil pessoas de fome....

21 de setembro de 2008

O que eu vejo….

Um dia destes encontrei uma mãe completamente descontrolada a gritar com o filho para que este se levantasse. Achando a senhora que este grito não resultaria deu-lhe uma palmada no rabo de fraldas, sim a criança ainda usava fraldas. O pior foi que depois de tanto trabalho para levantar a criança, teve de aplicar o mesmo comportamento, para que a criança se sentasse.
Quem sou eu para falar em mães descontroladas que pedem, com “ternura” para que os seus rebentos façam o que mandam. Qual será o resultado destes pedidos? Que consequências futuras terá?
A atitude desta mãe foi desculpada com esta observação: “os miúdos conseguem tirar-nos do sério”.
Será que esta criança não vai aprender a ter o mesmo comportamento da mãe, gritando para obter o que quer?

22 de junho de 2008

Pais e Filhos Brincam e Dançam Juntos

Noticia de Sara R. Oliveira a 07-05-2008
http://www.educare.pt
A notícia fala do projecto A Par – Aprender em Parceria que surgiu em 2006, na Escola Superior de Educação de Lisboa e tem lugar em três bairros de realojamento da capital. Emília Nabuco, professora e investigadora da Escola Superior de Educação de Lisboa criou este projecto com o intuito de estender a mão “a pais de camadas sociais mais desfavorecidas e a crianças pequenas”.
Uma hora por semana pais e filhos, até aos 6 anos, encontram-se para brincar, trocar sorrisos e contar peripécias. No início os pais fazem uma roda e a sessão arranca com uma canção de boas vindas. Os pais têm a orientação de líderes, educadoras de infância e psicólogos, sendo estes ajudados a identificar os principais gostos e conquistas dos filhos. Pontos que podem fazer a diferença nas questões da segurança, auto-estima e sucesso escolar, ou seja, segundo Emília Nabuco “estimulando os pais a aprenderem, os filhos vão mais preparados para o 1º ano. Se cantarem, se brincarem, se disserem muitas histórias, se estabelecerem muitas histórias, se estabelecerem uma rotina para a alimentação e para o sono, se tiverem todos os cuidados”. Segundo a responsável não há autoritarismo nem repreensões, cada pessoa é aceite tal como é. O que existe é “um modelo que se impõe pelo aspecto lúdico, pela brincadeira”. A responsável esclarece que existem três grandes secções: Outono/Inverno, Primavera e Verão, em que o mesmo tema é tratado de maneira diferente em três sessões.
Emília Nabuco conta na notícia que existiam mães que nunca tinham lido um livro e ainda crianças que nunca tinha tido um brinquedo, o investimento no material didáctico é muito importante segundo a responsável.
Para esta responsável ainda não é possível falar em resultados, mas salienta, que "algumas mães estão a tentar ir para a escola, outras começam a procurar emprego. Nota-se vontade de complementar a vida. E também há mudanças a nível físico e de linguagem. "Há mais cuidado de apresentação consigo e com os filhos."
Depois de ler esta notícia tive a certeza que uma pessoa pode fazer a diferença e que todos podemos mudar o mundo, e fazer com que a vida tenha muito mais sentido. Um projecto desta dimensão merece ser “copiado” e fazer parte de tantos outros bairros sociais ou não. Quantas famílias não precisam só desta hora por semana e não de críticas e discriminações? Quantas crianças não seriam muito mais felizes? Esta é a prova de que ainda existe esperança de que se pode fazer alguma coisa. Será que não podemos fazer este projecto com mais famílias, com outras classes sociais?
Acredito claro que existam outras iniciativas parecidas com esta, e que existam também muitos cérebros capazes de criar projectos com esta dimensão. Fantástico.

1 de junho de 2008

Dia Mundial da Criança


Que todas as crianças do mundo tenham um dia muito feliz….

31 de maio de 2008

Crianças o melhor do mundo


Pensei muito antes de começar a escrever mas cá vai….
Escrevo para início de crianças, sim crianças. Porque estas são o melhor do mundo certo? Então porque não pensamos melhor nos direitos das crianças? Porque não passamos mais tempo com elas? Porque não as ouvimos?
Neste momento já o leitor está a pensar, porque tenho de trabalhar, porque não tenho tempo, porque a minha vida está um caos. Pois é mas não pense que o tempo que falo é em quantidade, o tempo de qualidade é o mais importante.
Um dia uma criança perguntou-me: “porque é que os adultos levam uma vida tão agitada? Porque é que quando sou muito chato os meus pais me deixam logo ver televisão e jogar? Porque é que só vejo os meus pais à noite e eles estão sempre tão tristes?” Como devem calcular não estive à altura das perguntas desta criança.
Não acham que vale a pena pensar nas crianças?
Eu sei às vezes não é fácil… a vida também não o é….